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Escrito por Lívio Lopes   
09-Mar-2007

Os sucessivos “caldeamentos” de soluções para um processo de desenvolvimento que vai-se mostrando cansado de gerir crises, nos vem interpelando, de há muito, para a necessária mudança de estratégia de acção, uma actuação pró-activa, preventiva e planificada, que antecipa o futuro, em detrimento da actual, simplesmente reactiva. É que a atitude reactiva quando não resulta em operações de sucesso para ultrapassar os momentos de crises, frustra o autista e faz-lhe procurar, desesperadamente, culpados ou bodes expiatórios! Pelo contrário, se engendra soluções inteligentes, vangloria-se com elas, quando resultam, já que a prevenção não é tão atraente quanto uma resposta visível à crise. A prevenção é silenciosa, mas o dirigente político que promove ataques dramáticos a meros sintomas, consegue grande publicidade.

Por isso mesmo prefere gerir crises (reagir), em vez de planificar a sua acção (agir) porque esta implica avaliação (os indicadores de resultados servem para isso e assustam alguns...).Na gestão da coisa pública não vale a pena apenas prevenir problemas, como também antecipar o futuro – uma espécie de radar. O imediatismo e a gestão de crises não passam de chapas rotas, carcomidas pelo tempo, que nos levam a parte nenhuma. Causam-nos algum espanto continuar a ter em Cabo Verde um déficit de planificação para o desenvolvimento. No que concerne ao desenvolvimento municipal referimo-nos aos Planos de Ordenamento do Território e aos Planos Urbanísticos, sendo estes, valiosos instrumentos de organização do território municipal que permitem uma melhor distribuição e organização dos espaços. Eles, por isso, são a tradução espacial e gráfica de um projecto de desenvolvimento de qualquer Município. Falamos também do Plano Estratégico, um instrumento orientador da acção política moderna e imprescindível, nascido do sector privado, mas que os reformistas americanos (do Norte e da América Latina – basta ler a obra “Reinventando o Governo”, de David Osborne e Ted Gaebler e outras similares) elegeram como a melhor arma moderna de tomada de decisões baseadas na previsão do que vai acontecer. Mais do que antecipar o futuro, o planeamento estratégico consiste em examinar a situação actual e a trajectória futura de uma organização ou comunidade, definindo objectivos, desenvolvendo a estratégia para atingi-los e avaliando os resultados. Os vários processos de planeamento estratégico apresentam aspectos diferentes, mas a maioria deles envolve um certo número de passos básicos que passam pela análise e diagnóstico da situação actual, pela definição de uma missão, pela articulação dos seus objectivos básicos, pela criação de uma visão do sucesso almejado, pelo desenvolvimento de uma estratégia, pela calendarização para a execução da estratégia e pela mensuração e avaliação dos resultados alcançados.Para a Ilha do Fogo, num rápido diagnóstico da situação actual, indicadores socio-económicos negativos em relação á média nacional nos interpelam, particularmente na relação crescimento/desenvolvimento, isto é:

 A Ilha do Fogo tem, neste momento, a pior taxa de desemprego do país;

  Dados do INE colocam-na na vanguarda da pobreza em Cabo Verde, ao lado de Santo Antão;

• S. Filipe tem, neste momento, a pior taxa de cobertura em electricidade do país, quando, em 1990, o Concelho estava na linha de frente em cobertura de média tensão; a taxa de cobertura é, neste momento, de apenas 27,9 das famílias (enquanto em Sto Antão é de 51%). O petróleo é, no Fogo, a principal fonte energia utilizada por cerca de 63% das habitações do Concelho!

• A sua população suporta o pior Índice de Desenvolvimento Humano do país (0,567 enquanto Sal é de 0,717); sendo o DH um processo de alargamento de escolhas das pessoas que se traduzem em ter uma maior capacitação sócio-profissional (com a aquisição de conhecimentos e melhoria no acesso aos recursos necessários a um padrão de vida adequado), melhor rendimento e uma vida longa e saudável, pode-se concluir que, a manter a situação actual, S. Filipe encurta a sua vida e a dos seus filhos;

• De entre outros...

Perante este abreviado e selectivo cenário que fazer? Continuar a gerir crises ou construir uma Visão de Desenvolvimento para o futuro que, para além de antecipar o futuro, defina parâmetros para a tomada de decisões baseadas numa previsão partilhada por todos e, por isso mesmo, largamente consensualizada!? À imagem do que alguns defendem para Santiago, o que nós precisamos fazer para a Ilha do Fogo é, antes de mais, conceber um documento contendo a Visão do Fogo do futuro e lutar para que os poderes (central e local) levem em consideração tal Visão Estratégica e a considerem na preparação e execução dos Planos, Programas e Projectos. A existir uma Visão, construída com a participação de quantos queiram e possam contribuir, a luta do foguense passará a ser no sentido de convencer os poderes da importância da sua Visão, tudo fazendo para que o caderno reivindicativo dela resultante seja considerado nos Planos de Desenvolvimento, nos Programas Pluri-anuais, nos Orçamentos de Investimentos, nos pacotes a financiar pelos parceiros, etc., etc. Assim também entendeu, e bem, defender Ludgero Correia para Santiago e felicitamo-lhe por isso. Deste modo, não mais Espargos, Mindelo ou Praia serviriam para expiar as nossas culpas e os nossos desencantos. Há pouco mais de dois anos tivemos a surpresa de visitar Bia de Lálá, uma viúva, ainda então atordoada e atribulada com a morte do marido vitimado por um violento acidente de viação ocorrido em S. Filipe no decurso de uma das festas santas mais concorridas do Fogo. O peso de uma vida bem sucedida ao lado do marido, ex-emigrante, impunha a ela, agora chefe de família, a obrigação de dar seguimento ao comércio que o falecido estabeleceu, criando os seus filhos medianamente, visando sempre satisfazer as suas necessidades básicas, de entre as quais educá-los para que amanhã venham a ser homens de valor, que honram o nome de família.Dizia-nos ela: - eu não gosto de cusas bós! A minha situação actual é esta: tenho uma loja razoavelmente abastecida, embora hoje menos recheada e frequentada que ontem... e mais quatro filhos para criar. È a minha missão! Pelo menos, dois deles devem satisfazer o objectivo e desejo do pai que é serem homens formados e expressão de uma família respeitada, ainda hoje. Era a visão dele! Mas eu, que estratégia adoptar para alcançar o objectivo e desejo do pai? Os meios próprios que disponho podem sustentar um deles, garantindo uma vaga, mas o outro deve lutar para tirar uma boa nota e obter, assim, uma bolsa dentro de dois anos (calendarização).Dito e feito. Este ano alcançou os seus objectivos e o resultado é a mãe ter hoje dois estudantes de nível superior como estratégicamente planificado pelo pai, potenciais homens de valor, expressão de um nome de família que se quis respeitado.Esta lição de vida é a mais simples demonstração de que se a planificação estratégica pode resultar naturalmente da cabeça de uma dona de casa porque é que das conjecturas de certos responsáveis políticos esta tarefa leva assim uma eternidade?Mostra-se urgente o cumprimento desta pública obrigação porque enquanto essa indiferença se mantêm as assimetrias regionais vão se agravando e as responsabilidades diferenciam! Basta constactar que, amiúde, é uma comunicação social que cobre o aniversário de uma velha centenária no Sal, S. Vicente ou Praia, em detrimento de um incêndio em Monte Velha que devassa 60% de um perímetro florestal de cerca de 500 hectares, construída ao longo de 6 décadas; são desvantagens comparativas que fazem com que se compre um saco de cimento nas chamadas periferias deste país, a um preço duas vezes superior ao praticado na Capital, porque a política nacional dos transportes marítimos veio, ao longo dos tempos, ignorando esta realidade; é uma Câmara Municipal periférica obrigada a transportar os recrutas ao cais para servirem a nação, com um FEF que sustenta o seu dia-a-dia, distribuído sem o ter em conta; ou uma outra entidade, pública ou privada, de um território adverso e montanhoso, obrigada a implementar projectos ou obras, com custos relativamente superiores a um outro espaço territorial plano que a natureza privilegiou;Enquanto isso devemos continuar a gerir crises e a gostar de cusas bós que Bia de Lálá despreza?

Lívio Lopes

Comentarios (11)Add Comment
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escrito por Henrique De Pina Cardoso, Julho 17, 2007
Caro Lívio Lopes,
Li com muita atenção a sua proposta. Concordo com a maior parte com excepção das citações dos autores americanos. Entendi que o Lívio teve a compreensão e a apreensão da matéria lá descrita.
Discordo, visto podia propor acções concretas, sem importar com quem irá aproveitar dessas ideias para desenvolver S. Filipe e o Fogo "in particular".

Esqueceu-se de propor a energia EÓLICA, e a energia SOLAR, como sabe abunda na ilha do Fogo, principalmente no Município de S. Filipe , onde poupariamos imenso nos petróleos, etc....

Poderia ter proposto, uma coisa simples, que é transformar o Fogo numa Zona de TURISMO de Élite. Turismo Científico, Turismo para praticas de desporto de alta competição, conhecendo nós a capacidade para dar maior endurance a esses grupos.
Basta a criação de alguns Hotéis com características especiais. Uma na Zona de Penteada, para caminhadas na estrada de Baixo e em BRANDON ou Vicente DIAS outro para aqueles que percorrem a Estrada de Cima.

Duma forma mais simples, aí sim com uma planificação de 7 ou 10 em 10 quilómetros de uma instalação de apoio. Quem sabe que até não justifica outras infraestrutras, quando bem planificadas.

Por que não alargar o Aeroporto na dimensão adequado e condignas para aviões charters. Já pensaram nas equipas de futebol do mundo que poderiam aí estagiarem? Se construirmos umas infraestruturas condignas?

Claro que tudo isso não aparecem por milagre, é verdade! Ela só será possível após criadas as infraestruturas básicas que é como os terrenos e os cursos de água serem todos resolvidos. Arborizar desde quase desde as rochas até à serra . Não é difícil na medida que, na minha meninice a ilha desse lado de S. Filipe era coberta de verduras arbustos e àrvores etc...

Fico por aqui

Mantenhas desde cá do exílio
...
escrito por Mulato Majoana, Agosto 06, 2007
Já se fez muitos exercicios de Planeamento estratégico para o concelho, desde o tempo do Sr. Zuca. Já houve muitos circulos de reflexão com contribuições bastantes para o desenvolvimento do concelho.Isto não é nenhuma novidade. Bia de Lálá é um bom exemplo. A Camara de S.Filipe está também no bom caminho para lá chegar. já se formou muitos quadros Inclusivé o sucesso alcançado pela Sra. Bia de Lalá enquadra-se exactamente nos objectivos da Camara de S.Filipe: Dar Formação e promover bem estar às populações do Concelho.
Planeamento Estratégico
escrito por Mulato Majoana II, Agosto 06, 2007
Caro Mulato Majoana,

Salazar afundou Portugal com o analfabetismo, apatia e resignação e S. Filipe não merecia essa caminhada! Entendo que o artigo é pertinente para quem entende do assunto porque Planeamento Estratégico é um instrumento moderno precioso que não cabe na cabeça de muita boa gente e não se confunde com simples "exercícios" ou "círculos de reflexão" de outrora!
Sou Geografo e especializado em Planeamento Estratégico e sei que conceber, definir e planificar são actualmente preciosos instrumentos de gestão vanguardistas em muitos municípios (não confundir com Concelho que é outra coisa, outro conceito...).
Fogo (S. Filipe, em particular) precisa ser pensado e planificado de forma participado ( e não por uma cabeça autista e rotineira...)e nem em sucessivos "caldeamentos e refogados" que o vai afundando permanentemente.
Espero que não se continue a confundir conceitos universais como o de Planeamento Estratégico com simples acções de "Dar formação e promover bem estar da população".
Que Bia de Lálá nos acuda e ilumine mentes dinossauras em vias de extinção, para que continue a haver possibilidade de se discutir Fogo, sem preconceitos nem atrasos mentais.

Mulato Majoana II
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escrito por Mulato Majoana, Agosto 07, 2007
Parece que o MulatoII está chateado e manifesta-se com forma de linguagem violenta. Violencia seja ela verbal ou física é, normalmente, reduto de incompetência. O MulatoII é especialista em planeamento mas esquece-se que monopólio de conhecimento quem o tem é só Deus. O único facto que ressalvo desta historia é que Bia de Lalá está bem e quanto mais pessoas estejam bem, significa que a Camara cumpre seus objectivos. O “Sósia” do Mulato Majoana pode ter muitos conhecimentos científicos mas está longe da realidade. Não compreende a origem das coisas e provavelmente nunca saberá porque o Eugenio Veiga ganha tantas eleições.
...
escrito por Henrique De Pina Cardoso, Agosto 09, 2007
Muito interessante, essa conversa de Mulato Majoana. A escola ideológica esta formada no velho arcaico de sentido, de dizer nada e coisa algumaa não palavras ocas. Meus caros amigos, as palavras leva-as o vento. Estudaram todos, quase nas àreas ex-socialistas onde receberam a doutrinação e pelo que vejo longe de puderem ganhar e dar a ganhar ao país/povo. O que o Ilustre Lívio Lopes escreveu é algo muito interessante quer discorde ou não dele, o que é meu caso. Vir aqui e agora, mostrar como o Eugénio ganha eleições em palavras. Numa palavra quer dizer no meu ponto de vista: Caciquismo. Diria eu atrás, que aprender a pensar é algo bom por que nos permite ser livre. Ser livre significa apenas e tão só: Pensar pela própria cabeça! Alguém que pensa pela sua própria cabeça, perante como está o Concelho de S. Filipe e a Ilha do Fogo daria o seu VOTO a um candidato que em tantos anos de mandato fez REGREDIR o S. Filipe? Responda quem souber!? Mesmo que seja o Mulato de madjuana! Mantenhas desde cá do exílio
Realidade
escrito por Mulato Majoana II, Agosto 09, 2007
Caro Mulato Majoana,

Eugénio Veiga é o tal "Sr. sabe tudo" - "Advogado, Engenheiro, Arquitecto..." - que com a sua teimosia, engenharia e saber ( à revelia de tudo e de todos) fez a Ponte Jota-Jota que caiu meses depois (prejuizo 15.000 CCV); que fez o campo de futebol de São Lourenço e desmoronou-se meses depois (prejuízo 10.000 CCV); que iniciou o chamado Estádio III Congresso, cujo paredão caiu meses depois (prejuizo 18.000 CCV); que com a sua engenharia alinhou a estrada Ribeira Filipe - Monte Preto - Campanas que as cheias levaram e matou um condutor da Cãmara (prejuizo, uma vida, um camião e 13.000CCV) e corrigiu agora a sua opção; que agora anda a construir um Polivalente a caminho do Aeroporto, no fundo de uma ribeira (de Lém); que já perdeu inúmeros processos judiciais, inclusivé a indemnização aos ex-administradores da Agua Brava (prejuizo 12.000 CCV), embargo á obra do III Congresso que o mesmo ("sabe tudo") confessa no pedido ao tribunal um prejuizo superior a 80.000 CCV, mas cujos prejuizos totais junto dos tribunais já custaram aos São Filipenses mais de um Orçamento Anual da CMSF.

Tudo somado seriam mais de dois Orçamentos anuais dessa mesma Câmara!!!

É, por acaso esse Sr. Eugénio Veiga o tal que disse há tempos na Assembleia Municipal que dentro de pouco tempo a Zona Norte de S. Filipe "dará capote" à Zona Sul do mesmo Município (seu)!

Existem mais agruras e descompensações, mas, como vê, caro Mulato Majoana, as vitórias deste fulano (que não sei se são dele) não me interessam e não devem interessar a alguém no seu perfeito juizo...

Por isso mesmo bata a mão na sua consciência e acorde...!

Do "seu" Mulato II
Uma necessária visão de desenvolvimento para a Ilha do Fogo!
escrito por Henrique De Pina Cardoso, Agosto 10, 2007
Estou convicto que este espaço, esta página deve ser ocupada por nós sem paixões e tendências obecessivas ou fanatismos de nenhuma espécie. Entendo-o como um espaço de liberdade e cidadania para o desenvolvimento da Ilha do Fogo "in particular" S. Filipe. Cabe, perguntar, aqui e agora que temos? Qual é a missão que desejamos para o Fogo em especial para S. Filipe em particular?
Depois de sabermos qual a missão , poderemos quantificar os custos, o tempo para terminar, ...etc! Uma coisa eu estranho , discute-se muito sem nada dizer, é redondo, vazio de coisa nenhuma! Desenvolver o Fogo é contribuir com a nossa opinião ter a capacidade de o pôr em marcha. Continuar na campanha de paixões por A,B, ...e Z, etc. São meros expedientes que nos leva a equívocos, ou a um beco sem saída! Apesar de, esta página ser obviamente tendenciosa, o meu parco contributo tentarei dar com uma ÚNICA paixão, a S. Filipe (Bila) que me viu nascer! Quanto ao falar muito do que escreveram os autores conceituados sobre matérias de planeamentos, etc., é bom que tínhamos a capacidade de os apreender e pôr em prática de forma clara no campo em que laboramos. Estou convicto que, fazendo propostas concretas com vontade e desejo de o cumprir, o povo pode julgar, os candidatos e sobre ele pronunciar sem tibiezas. Enquanto, dilaceramos uns aos outros com verborreias, isto, aquilo, aqueloutro, frito e cozido, nada fazemos. estas palavras mais não são do que meros entertenimento para as festas eleitorais! Ter uma proposta de estrada, de emprego de forma mensurável...enfim, os objectivos bem definidos. Quero ver S. Filipe com um desenvolvimento que merece. Quero saber que o povo, esse povo que vota e decide lugares para os políticos no activo, satisfeitos, honrados e com toda a honestidade. Quero ver o povo a sentir,que valeu a pena ao longo do período do mandato do eleito municipal, a vida a crescer como quando a chuva e o sol, fazem crescer o milho, (mindjo)feijão (fijôn) e abóboras (bâlombolo e bôbra).
Vamos deixar de falar se alguém desviou, deu prejuízo à Câmara ou não, é nas urnas que devemos sancionar o trabalho feito.
Mantenhas desde cá do exílio.
Sh Engenio um sta cu bo
escrito por osar de beca pedicampo, Setembro 07, 2007
oscar resedencia brockton usa Egenio fra ques guente que sta bem cu conberco sabi ma e ca bo que sta elege bu cabeca me povo que sta elegebu e pamode bu sta faze bom trabadju , bu sta mostra ma bo e Fogo de coracao moda mi abaixo tudo ques guente que despreca fogo pa Praia cu SVicente ora que es tchiga fogo na tempo de campanha po es cadjo pa es corre pa es ba tonba na rotcha abraco pa tudo foguense especial nhas grande amigo Toli Fausto Rosario Antonio ze de tchica e mas.
Grande Eugénio
escrito por Mulato Majoana, Setembro 10, 2007
Eugénio, as pessoas rendem-se perante a evidencia de tua boa governação. Muitos mPDistas d`outrora, hoje estão contigo (Antonio Pires, Medina, Nuné, Djica, Filú, José Tchica, Zé Morango, etc..)Isto prova que tens competencia. É assim mesmo. Não inventaste nada. Continuas igual a ti próprio. É uma boa forma de se estar na gestão, com transparência. Os votos vem depois por arrastamento, em resposta à tua seriedade, integridade, hombridade, etc...Não brincas em serviço. O Povo elegeu-te exactamente para isso. Infelizmente existem pessoas que tem “Bom calabeti”. É o caso do Rui Évora : Sempre a perder e sempre a dar a polpa para nova seringada. Isto lembra-me uma equipa de Papá di Pedro, O “Pentedjinha “ que perdia sempre na casa dos dois dígitos
...
escrito por jose Ribeiro de Pina, Janeiro 15, 2008
Uma boa analise do jovem Livio.

Nao fosse o Sector do Partido em Cova Figueira o senhor estava na prateleira politica porque assim queria e queer o senhores Eugenio Veiga, Mane da Luz e seus seguidistas do Conselho do Sector do PAICV em S.Filipe. Quem seria deputado era o famoso e mediatico Djoca. Afinal, nao foi por causa do Djoca nao ser deputado que o Eugenio, enquanto dirigente do PAICV, RECUSOU FAZER CAMPANHA NA ULTIMA LEGISLATIVA? " Quem semeia vento,colhe temporal".

E, agora, nao me venham dizer que Djoca eh MPD que Ubaldo eh calaceiro, etc, etc,etc. Isso ja nao colhe, meus senhores.
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escrito por jose Ribeiro de Pina, Janeiro 16, 2008
As minhas opinioes enviadas, ha quatro dias, foram ignoradas, senhor director! As outras que foram de elogios sairam todas. Mau sinal. Sensura! sensura! A livre opiniao sera, decerto, a forca deste site. Sem ofensa e falta de respeito, claro esta. Se for com sensura nao vale a pena participar. Espero que foi um simples descuido ou um problema meramente tecnico.

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