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São Filipe: Adega de Monte Barro vai produzir licores e conservar frutas e legumes a base do álcool criar PDF versão para impressão enviar por e-mail
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Escrito por Admin   
08-Dez-2013
São Filipe, 04 Dez (Inforpress) – A adega de Monte Barro da Associação de Solidariedade e Desenvolvimento (ASDE) e responsável pela marca do vinho Maria Chaves, inicia, no primeiro trimestre de 2014, a produção de aguardente, licores e conservação de frutas e legumes a base do álcool.

O padre Octávio Fassano, da ASDE, disse à Inforpress que uma unidade de destilação semi-industrial foi instalada na dependência da adega de Monte Barro, zona alta da cidade de São Filipe, estando prevista, para final de Janeiro, a chegada de uma equipa técnica de Itália para finalizar a instalação e realizar experiência na produção.

Segundo o responsável, a ideia é aproveitar os “muitos subprodutos” da uva (bagaços) no fabrico de álcool de qualidade a ser utilizado na conservação de frutas e legumes, mas também de aguardente e de diversos tipos de licores.

Esta nova possibilidade de conservar frutas e legumes é uma forma de aproveitar a produção local e que muitas vezes não tem a saída necessária, acrescentou.

A ideia, conforme explicou o padre Octávio Fassano, é conservar esses produtos e pensar no mercado turístico.

Depois da internacionalização do vinho com a exportação recentemente do primeiro contentor para Bélgica para depois ser distribuído para alguns países europeus, a adega de Monte Barro vai lançar novos produtos.

“Se o trabalho for realizado de forma profissional, os novos produtos vão ter sucesso”, disse padre Octávio, para quem é necessário “ir devagar e não correr riscos desnecessários”.

“O meu sonho é para daqui a 20 anos todas as zonas situadas acima dos 500 metros de altitude venham a estar cobertas de vinha”, disse padre Octávio Fassano, indicando que a execução dos projectos na área de viticultura visa sensibilizar e despertar os camponeses a investir neste sector que a ilha “dispõe de grandes potencialidades”.

Segundo o mesmo, os investimentos realizados só foram possíveis graças à contribuição de “milhares de benfeitores e amigos da região de Piemonte” (Itália).

Octávio Fassano adiantou que no dia 15 de Dezembro está programada uma actividade naquela região para, conjuntamente com os benfeitores e amigos de Cabo Verde, proceder à degustação dos vinhos Maria Chaves, produzidos na ilha do Fogo.

Os vinhos Maria Chaves foram baptizados com nomes das ilhas como Sanvicente (vinho rosé), Santaluzia (branco), Santiago (tinto com menor percentagem de volume de álcool) e Sanfilipe (tinto com maior percentagem do álcool) e já estão no mercado nacional e internacional.

JR

Inforpress/
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