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Óbito/Mandela: “África perde um filho querido, entre os mais queridos, lutador incansável pela liber criar PDF versão para impressão enviar por e-mail
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Escrito por admin   
06-Dez-2013

Cidade da Praia, 06 Dez (Inforpress) - O Governo de Cabo Verde reagiu à morte de Nelson Mandela anunciada esta quinta-feira, em Joanesburgo (África do Sul), afirmando que África perdeu um filho “querido entre os mais queridos, lutador incansável pela liberdade e dignidade”.


Um comunicado enviado pelo gabinete do primeiro-ministro, aponta Mandela como sendo um “exemplo incomparável de generosidade e desprendimento em relação ao poder, trabalhador dessa pátria de reconciliação e tolerância que é a África do Sul de hoje, da qual foi”.


A missiva classifica Nelson Mandela de “Ícone” deste novo continente africano apostado em trilhar os caminhos do desenvolvimento, Madiba é uma fonte inigualável de inspiração e de alento para o povo africano e de todo o mundo, impondo-se que o seu legado seja assumido, desde logo pela juventude e as elites políticas africanas.


O comunicado do Governo defende que Mandela foi “lutador de todas as horas” e que “deu tudo de si” para que toda a humanidade fosse “mais livre e mais digna”, por isso, afirma que a edificação de uma África de paz, estabilidade e desenvolvimento é a “melhor e mais perene homenagem” que se pode fazer ao ex-presidente sul-africano.


Na sequência do seu desaparecimento físico o Governo de Cabo Verde, “exprime as suas mais sentidas condolências à família enlutada, ao Governo e ao povo irmão da África do Sul, ao mesmo tempo endereçando-lhes a mais firme solidariedade”.


De realçar que o ex-presidente sul-africano Nelson Mandela morreu esta quinta-feira, aos 95 anos, depois de uma vida dedicada à luta contra a discriminação racial e contra as injustiças sobre a população negra.

"Não há caminho fácil para a liberdade”, afirmava.


Tido como um dos políticos mais conhecidos e respeitados do mundo, Mandela, também conhecido como Madiba, esteve preso 28 anos (1962-1990), acusado de sabotagem e luta armada contra o governo racista da África do Sul e, em 1994, tornou-se no primeiro presidente negro do país, eleito nas primeiras eleições livres e multirraciais.


Mandela, que em 1993 recebeu o Prémio Nobel da Paz juntamente com Frederik de Klerk, governou a África do Sul até 1999 e tornou-se num dos principais estadistas do século, como referência na luta contra a segregação racial, e visto pelos seus compatriotas como o patriarca da "nação do arco-íris".


Nelson Rolihlahla Mandela nasceu em 18 de Julho 1918, perto de Umtata, capital da reserva de Transkei, no seio da família real da tribo Themba, chefiada por seu pai, Henry Gadla Mandela.


A cerimónia fúnebre oficial vai acontecer no dia 10, terça-feira, no National Memorial  FNB  Stadium em Joanesburgo e, de 11 a 13, os restos mortais de Madiba estarão nos Union Buildings e com cerimónias fúnebres em todas as províncias de África do Sul.



O funeral acontece a 15 de Dezembro, em Qunu.


AP/SR
Inforpress/
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