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Fogo: Maiores constrangimentos estão relacionados com retiradas de doentes e consultas de especialid criar PDF versão para impressão enviar por e-mail
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Escrito por Admin   
06-Dez-2013

São Filipe, 06 Dez (Inforpress) – A presidente do Instituto Nacional de Previdência Social (INPS), Leonesa Fortes, que cumpre sexta-feira o segundo dia de visita à ilha, disse que os constrangimentos maiores se prendem com a saúde, nomeadamente consultas de especialidade e retirada de doentes.



A visita, a primeira que realiza ao Fogo na qualidade de presidente do INPS visa inteirar-se da prestação dos serviços para as ilhas do Fogo e Brava e, conforme explicou, dos encontros realizados com beneficiários percebeu que os maiores constrangimentos têm a ver com a saúde, sobretudo, marcação de consultas, retirada de doentes e atendimentos nas consultas de especialidade.


Leonesa Fortes disse que de algum modo ficou “satisfeita” porque toda a responsabilidade que o INPS tem em matéria de abonos, pensões, baixa médicas, subsídios, e outros, “parecem estar a funcionar bem porque não se ouviram reivindicações”, anotando que tudo está voltado para retiradas de doentes/consultas de especialidade que, conforme explicou, “é da competência da Saúde e não do INPS que apenas entra na parte das comparticipações”.


“Sempre que há demora na marcação de consultas há uma tendência para imputar as responsabilidades ao INPS que não tem competências na marcação de consultas porque não gere os hospitais e nem tem interferência”, disse Leonesa Fortes.


A presidente do INPS afirma que existe uma proximidade entre a secção de evacuações e os hospitais centrais, mas reafirmou que o instituto não tem competências para exigir a marcação de consultas, já que o circuito é entre as delegacias de Saúde e hospitais centrais.


Leonesa Fortes afirmou que dos encontros tidos com os delegados de Saúde de São Filipe e Mosteiros, verificou que há possibilidades de estabelecer parcerias com essas entidades de modo a que o INPS possa apoiar localmente na resolução de vários problemas.


Isto, para deixar de haver necessidade de retirar os doentes e evitar que os beneficiários esperem entre seis meses a um ou dois anos para marcarem uma consulta de especialidade nos hospitais centrais que também tem as suas listas de espera.


“Tem havido um clima de diálogo entre o INPS e os delegados de Saúde e vamos aprofundar esse diálogo e ver o tipo de parcerias a estabelecer e os apoios que se podem dar, não só na deslocação de especialistas às ilhas, para fazerem consultas locais, como na criação de eventuais condições locais para satisfação de determinadas necessidades dos utentes”, afirma.


Confrontada com o facto de muitos especialistas que se deslocam à ilha do Fogo e que se recusam a atender beneficiários do INPS, Leonesa Fortes afirma que se for a título privado os pacientes, mesmos os que não são do INPS, pagam as consultas, mas que se for em estruturas públicas não deve haver diferenciação.


“Não há doente de Previdência Social, o INPS tem beneficiários. Há doentes do Ministério de Saúde”, disse Leonesa Fortes para quem o tratamento dos doentes “deve ser igual”, acrescentando que o protocolo entre INPS e Ministério de Saúde refere que “a deslocação de especialistas deve ser feita num quadro de articulação com hospitais centrais que devem programar as consultas dos especialistas, com o apoio do instituto”.


O delegado de Saúde de São Filipe, Luís Sanches, após o encontro com a responsável do INPS disse à Inforpress que a respostas para as questões dificilmente são encontradas num encontro do género já que, conforme explicou, “a resolução passa pelo envolvimento de uma equipa multidisciplinar com participação de Ministério de Saúde, INPS, delegacias de Saúde e as direcções dos hospitais centrais”.


Luís Sanches disse que, regra geral, as delegacias mandam listas para marcação de consultas nos hospitais centrais que têm as suas listas de espera e por isso a marcação pode demorar vários meses já que ela é feita consoante a data de entrada.
JR
Inforpress
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