O nosso Djarfogu virtual almeja ser o ponto de encontro de foguenses e amigos di Nós Stimadu Djarfogu independentemente da simpatia político-ideológica, credo ou outro elemento que nos possa diferenciar neste rico, maravilhoso e latente universo cultural foguense que se estende de Ladjeta, tâ pasâ pa Praia, Europa, tê Merka.
mais

Participe e dê o seu contributo nos debates deste Fórum.

entrar

Qual é a sua opinião sobre a ideia do Projecto Portal da Ilha do Fogo?
 
Primeira fase: cerca de 51 mil crianças foram vacinadas contra paralisia infantil em Cabo Verde criar PDF versão para impressão enviar por e-mail
Classificação: / 0
FracoBom 
Escrito por AB   
10-Mar-2010

No âmbito da primeira fase da Jornada Nacional de Vacinação contra a paralisia infantil que decorreu no país de 6 a 9 deste mês Março, cerca de 51 mil crianças com idade até aos cinco anos receberam vacinas. E a directora do Programa Nacional da Saúde Reprodutiva (PNSR), Maria de Jesus Carvalho, fez um balanço positivo da campanha, que ultrapassou uma taxa de 80 por cento nesta fase.


O objectivo inicial, de acordo com aquela responsável, era de se atingir uma média de 62 mil 365 crianças, a nível de todo o país, ficou entretanto, pelas 51 mil crianças. No entanto, Maria de Jesus Carvalho fez questão de sublinhar que a taxa exacta só será conhecida após o inquérito a ser realizado pelo Instituto Nacional das Estatísticas (INE) ainda este ano.

 
Conforme declarou a Agência Inforpress, houve uma forte adesão da população embora os agentes no terreno tenham deparado com alguns constrangimentos no que respeita à não autorização de alguns pais para se vacinar os filhos.

 
“Foram casos que aconteceram em alguns jardins e moradias, na zona de Palmarejo, uma localidade onde a maioria dos pais e familiares são pessoas com nível de escolaridade alta. Não sabemos porquê, mas não autorizaram que os filhos fossem vacinados”, destaca a directora do PNSR.

 
As crianças que ficaram sem vacina, segundo a médica, são as mais susceptíveis de contrair a doença. No entanto, recorda que a situação pode ser revertida se os pais as levarem a vacinar, nestes dias, em qualquer um dos centros de saúde do país.

 
“Há que haver sensibilização por parte dos pais, pois, as crianças têm o direito à saúde e como a vacinação serve para a sua protecção, nós queríamos apelar a estes familiares a pensarem bem sobre o assunto”, lembra Maria de Jesus Carvalho, garantido que a vacina de pólio não produz quaisquer efeitos secundários.

 
A directora do Programa Nacional da Saúde Reprodutiva anunciou entretanto a segunda fase da vacinação para 24 a 27 de Abril e chama a atenção dos pais para esta fase de reforço, pois, o objectivo é reforçar o estado de imunização das crianças, minimizar os efeitos dessas infecções e reduzir a circulação desses vírus entre as mesmas.

Refira-se que a última epidemia da poliomielite aconteceu em Cabo Verde no ano 2000. Depois disso, o país tem cumprido com a calendarização das vacinas e não teve a notificação de qualquer outro caso de pólio até esta data.
  
Comentarios (0)Add Comment

Escreva seu Comentario
quote
bold
italicize
underline
strike
url
image
quote
quote
Smiley
Smiley
Smiley
Smiley
Smiley
Smiley
Smiley
Smiley
Smiley
Smiley
Smiley
Smiley

Copyright 2007. All Rights Reserved.
busy
 
 


Investir na Ilha do Fogo


Consulte aqui o seu email: nome@fogo.cv

entrar

Publicite aqui
Publicite aqui
Publicite aqui

copyright © 2010 Portal da Ilha do Fogo
Home